
Bento Gonçalves sedia o Rainha da Indústria e Comércio 2010
O município de Bento Gonçalves prepara-se para receber toda a beleza e simpatia da mulher trabalhadora gaúcha. De 18 a 21 de agosto de 2010, acontecerá a escolha da Rainha da Indústria e Comércio do Rio Grande do Sul, uma promoção do SISTEMA S DE COMUNICAÇÕES, CAPRA e ATUASERRA. Apoio SESI/SENAI, PREFEITURA MUNICIPAL DE BENTO GONÇALVES. Cerca de 60 candidatas participarão do evento, representativas da Indústria e Comércio das comunidades gaúchas. O Certame, já em sua XXIX Edição, se constitui num dos maiores acontecimentos sociais do estado, e o maior em seu gênero e se desenrolará com três dias de programação. O Ginásio de esportes estará repleto de brilho para coroar a sucessora de Gabriele Martins Hens, Rainha da Indústria e Comércio do Rio Grande do Sul 2008, em meio a um show de luzes, cores, torcidas organizadas, sorteio de prêmios e shows artísticos.
Em caso de dúvida, sempre busque o auxílio junto à coordenação estadual, através da Capra Promoções pelo
Fone/Fax: (54) 3455-4544, ou e-mail jornal.semanario@italnet.com.br
Regulamento Rainha da Indústria e Comércio 2010
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Caderno Especial com as candidatas que concorrem ao Rainha da Indústria e Comércio 2010
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COBERTURA 2008:
As Soberanas do Rainha 2008

Da esquerda para direita, 1ª Princesa Franceli Dall’ Agnol, de Caxias do Sul;
Rainha Gabriely Henn, de Venâncio Aires; 2ª Princesa Fernanda Valin Schneider, de Viamão;
Destaque em Relações Humanas Fernanda Krummenauer, de Feliz
Flagrantes do Rainha 2008
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Melhor fantasia da noite foi a bailarina flamenca Shaiana Soares, de Gravataí
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O professor da Ucs Luciano Massoco palestrou para as candidatas no Restaurante Giuseppe
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Clima entre as participante é sempre construtivo, na foto em visita à Aurora
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Visita ao Hotel Villa Michelon
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Melhor Show da candidatas foi a declamação de Tainara de Vargas, de Cachoeira do Sul
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Espirito de união, respeito
e amizade
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Em visita à Miolo as candidatas conheceram as videiras e aprenderam sobre degustação
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Maquilagem e Penteado tem a qualidade dos produtos Panvel
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O Ginásio repleto
de emoção |
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Unimed Caxias do Sul,
Torcida Mais Disciplinada
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Agrale de Caxias do Sul,
Torcida Revelação
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Maria Cristina Kerwald, de Montenegro,
eleita Acompanhante Simpatia 2008
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Visita ao show room da Favorita
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Na loja da Favorita de Bento Gonçalves
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Em visita a Monte Belo do Sul, recepcionadas pelo prefeito Adenir Dallé
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As eleitas em 2008
Rainha: GABRIELY MARTINS HENN -
VENÂNCIO AIRES - RS
Primeira Princesa: FRANCELI DALL AGNOL -
CAXIAS DO SUL, - RS
Segunda Princesa: FERNANDA VALIN SCHNEIDER -
VIAMÃO - RS
Destaque RH: FERNANDA DE CASSIA KRUMMENAUER -
FELIZ - RS
Acompanhante Simpatia: MARIA CRISTINA KERWALD - MONTENEGRO - RS
Representação Vencedora: PANVEL - PORTO ALEGRE
Melhor Torcida: PANVEL - PORTO ALEGRE
Maior Torcida: PANVEL - PORTO ALEGRE
Torcida Mais Disciplinada: UNIMED - CAXIAS DO SUL
Torcida Revelacão: AGRALE - CAXIAS DO SUL
Melhor Fantasia candidatas: SHAIANA SILVEIRA FONSECA SOARES- GRAVATAÍ
Melhor Show Candidatas: TAINARA SILVEIRA DE VARGAS - CACHOEIRA DO SUL
Melhor Show Acompanhantes: CASAMENTO SALADA DE FRUTAS
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As candidatas do Rainha 2008

O Jornal Semanário preparou um Caderno Especial com as candidatas participantes do concurso.
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MAIS INFORMAÇÕES:
1. O que é o concurso
Antes de começar a pensar em fazer o concurso Rainha da Indústria e Comércio é preciso saber exatamente o que é este concurso. A festa de escolha da Rainha da Indústria e Comércio do RGS é um evento fundamentalmente de objetivos sociais. Realizado por uma empresa, a Capra Promoções, de Bento Gonçalves, possui o aval, em torno de 32 entidades representativas da indústria e do comércio de nosso estado, a nível de federações. Suas metas são de integração, valorização da mulher trabalhadora, estimulação do espírito de liderança, fortalecimento das lideranças já existentes, promoção do aperfeiçoamento pessoal e aproximação entre as classes trabalhadoras: empregado e empregador. Ainda, o evento visa divulgar os valores culturais, sociais, econômicos e turísticos das comunidades rio-grandenses, estimulando também a integração das diversas entidades representativas de cada comunidade, fortalecendo-as através da realização de um objetivo comum. A nível interno numa empresa, o evento busca também uma aproximação entre as pessoas, uma identidade maior entre os membros, o produto do seu trabalho e a família empresarial, de tal forma a conquistar uma maior satisfação pessoal e qualidade de vida. O evento constitui-se numa atividade construtiva e saudável que estimula e aperfeiçoa os valores positivos, fortalecendo sua associação de funcionários ou oportunizando a formação desta entidade, que representa um elo importante de aproximação e diálogo entre o empresário e o colaborador.
2- Quem pode promovê-lo
Dentro de uma empresa, recomenda-se que o evento se desenvolva através da liderança da associação de funcionários, da gerência de recursos humanos, da assistente social, do departamento de relações públicas, ou mesmo do departamento de marketing. Entretanto, qualquer que seja o organismo ou departamento dialogue com os demais, com o gerente industrial, ouça a direção da empresa, e procure obter um envolvimento pleno de todos, no sentido de apoiarem a iniciativa, sem contudo comprometer seu período de trabalho. O importante é que o certame interno não se constitua num movimento isolado ou perturbador da ordem, e sim num movimento de integração e aproximação, organizado. Dentro de uma comunidade, recomenda-se que o evento se desenvolva através da liderança da Associação Comercial e Industrial, do Centro de Indústria e Comércio, da Câmara dos Diretores Lojistas, da Prefeitura Municipal, do SESI, do SENAI, de um sindicato de trabalhadores, de um sindicato patronal, de alguma entidade assistencial, de um grupo de amigos, enfim qualquer representação pode tomar a iniciativa. Entretanto, é sumamente importante que esta Representação ouça e busque a mesma forma o apoio das demais e, se possível um trabalho integrado numa iniciativa conjunta. O evento, seja a nível interno na empresa, seja a nível municipal, pode também ter fins lucrativos e ter esta lucratividade a destinação que melhor convier aos promotores do evento. Desta forma, de comum acordo entre os organismos de representatividade municipal, pode ser destinada a realização do evento também a uma empresa privada, desde que, preserve os objetivos sociais do certame, e tenha idoniedade para realmente desenvolver um trabalho sério. Há comunidades que desenvolvem este evento com fins lucrativos que depois são destinados a obras sociais. Quanto à Capra, não visa e nem possui qualquer espécie de retorno financeiro sobre os eventos internos ou municipais, aos quais, inclusive, presta assistência gratuita, conforme for solicitada.
3- Os compromissos de quem promove o certame local
Quem promove o evento local precisa ter consciência de seus compromissos:
a- Preservar a seriedade do evento, segundo rigorosamente suas normas pois são fruto de anos e anos de aperfeiçoamento de cima de problemas que podem ser evitados com simplicidade.
b- Desenvolver um trabalho simplificado, com valores reais, não supervalorizando a futilidade . Ao contrário, estimular a simplicidade e não a ostentação;estimular a autenticidade e não a “produção”. Não permitir que o “estrelato” tome conta dos pensamento de uma candidata ou de uma soberana, não só desestimulando esta ilusão como também alertando a candidata, conforme orientação a seguir.
c- Desenvolver um trabalho integrado com os diversos organismos de representação comunitária.
d- Na medida em que as candidatas forem eleitas, não deixá-las, de forma alguma, no desamparo. Conforme o regulamento do certame estadual, os concursos locais são preservados na medida em que não são aceitas no estadual inscrições de empresas pertencentes a municipios que fazem escolhas a menos que tenham sido classificadas na escolha municipal, ou que as escolhidas estejam impossibilitadas de participar. Assim, o evento estadual preserva o municipal, mas os promotores do evento devem salvaguardar a participação da Rainha e/ou Princesas no evento estadual, representando a comunidade. Este é um compormisso regulamentado e o não cumprimento do mesmo pode acarretar na perda definitiva do direto de promovê-lo, e em ação judicial.
e- Ter consciência absoluta de estar envolvendo-se num trabalho sério, e compensador, e não numa aventura.
4- O que cada um ganha com o Concurso
Além de atingir os objetivos anteriormente descritos, que por si so já representam um ótimo retorno, ao participar do evento estadual os organismos que subscrevem a inscrição da candidata obterão divulgação institucional gratuita dentro de evento, através do Correio da Indústria e Comércio e da transmissão ao vivo pela televisão, além da projeção sobre as sete mil pessoas presentes à festa e sobre as demais lideranças e empresários participantes. Mais do que isso, além dos prêmios específicos que são entregues às vencedoras, a Representação Vencedora (que são as entidade que subscrevem a inscrição), nos termos do regulamento, que pode ser utilizado de forma social ou assistencial.
5- Como começar
O primeiro passo é estabelecer o campo de ação, ou seja, quais os organismos que farão parte do movimento, ou qual o organismo que irá liderar o movimento. De qualquer forma, o primeiro passo é o diálogo, preferencialmente numa reunião entre as pessoas que representam os departamentos da empresa ou as pessoas que representam as entidades e organismos da comunidade. Neste contato deve deixar claro quem vai participar e de que forma. Cada entidade representativa, por exemplo, pode participar divulgando o evento, enviando uma circular a seus associados convidando para participar com uma candidata no certame local.
5- Como começar
Pode também participar, a entidade, de apoio, oferecendo uma premiação. Pode, ainda, ser dividido entre as entidades o compromisso de assistir nas despesas pessoais a candidata que for eleita quando tiver que representar a comunidade no certame estadual.É preciso também definir como será feita a escolha, se por indicação, num coquetel, num baile, numa festa em ginásio com a presença de torcidas, ou outra forma. As esposas dos presidentes de entidades também podem e devem participar deste movimento. Há municípios que, inclusive, as esposas são exatamente as pessoas que lideram a atividade e desenvolvem o projeto. Sempre é interessante procurar aproveitar os recursos que cada um dispõe, sem sobrecarregar um ou outro. Dentro de uma empresa, pode também ser utilizado o processo de votação direta. Há empresas, por exemplo, que abrem as inscrições para participação de toda colaboradora que assim o desejar, ou de todos os departamentos que quiserem indicar uma candidata, ou de todas as unidades e filiais. Uma vez encerradas as inscrições, num determinado dia pré-estabelecido e divulgado, todos os funcionários irão votar, na hora do registro de ponto. Cada membro ativo da empresa votará e depositará seu voto numa urna que será depois aberta diante dos representantes internos e somados os votos.
Há empresas que também adotam o sistema de votação somente junto à ala feminina ou, também, utilizam a eleição direta para apuração das finalistas que, depois serão entrevistadas Individualmente por uma comissão que terá poder de decisão. Todos os processos participativos são válidos.
6- Próximos Passos
Uma fez definida a forma de escolha, quem irá promover e qual o local do evento, a partir dos recursos disponíveis estabelece-se o orçamento e a linha de ação. É importante sempre valorizar os órgãos de comunicação internos ou da comunidade, buscando sua participação, caso já não tenha sido sua a iniciativa de promover o evento. Importante também o imediato contato junto à Capra, através de uma correspondência, comunicando a realização do evento e as entidades que o promoverão, estabelecendo-se assim o respectivo credenciamento e exclusividade.
7- O Trabalho em torno das Candidatas
Este é um item muito particular, que merece muita atenção pois uma candidata mal orientada ou mal instruída sobre o que exatamente significa participar do evento, pode destruir todo um trabalho interno na empresa ou determinar uma decepção que fará com que determinada empresa, que havia desenvolvido um trabalho muito bonito, nunca mais participe. Para participar, a candidata precisa ter no mínimo 15 anos e estar em plenas atividades junto a empresa industrial, comercial ou prestadora de serviços. Se uma empresa quiser participar e não tiver candidata, pode ser representada por uma candidata que trabalhe em outra empresa. O importante é que esteja realmente trabalhando. Nestes casos, recomenda-se que se dê em primeiro lugar a oportunidade às filhas de funcionários, desde que estejam trabalhando em algum lugar e com a carteira de trabalho em dia. Toda candidata precisa necessariamente estar com seu contrato na carteira em dia.
No caso de eventos municipais, só podem participar empresas que possuam uma base no município em questão. Não se permitem concursos regionais. Quem vai convidar as candidatas para participarem do evento deve sempre lembrar cada qual da sua responsabilidade. Ao definir uma candidata e uma empresa, os promotores do evento municpal devem obter um termo de compromisso por escrito tanto da candidata quanto da empresa no sentido de que, em vencendo, representarão a comunidade no evento estadual, evitando assim possíveis aborrecimentos.A candidata deve ser instruída também sobre o seguinte:
a- Ninguém é melhor nem pior do que ninguém. Vencer o concurso não torna ninguém melhor, nem pior, assim como perder. Trata-se de uma circunstância, e envolverá muitos fatores como simpatia, expressividade, simplicidade, autenticidade e até sorte. É preciso estar preparada para vencer ou perder, sem no entanto derrotar-se. Em qualquer resultado, saber entender e aproveitar a festa.
b- A candidata não é uma estrela e deve ter consciência de que estará ali representando não a si própria mas a todos os seus colegas e defendendo o nome de uma empresa muito importante. Deve comporta-se à altrua, ser soberana sem perder a humildade, procurar, aprender e lembrar de quem as auxiliaram porque não são todas as empresas que compreendem a importância da valorização, pelo menos do direito de participar.
c- O concurso não é porta para manequim ou modelo. É porta para um crescimento pessoal e profissional, sem fugir da sua própria realidade. O importante é que todas as candidatas mantenham entre si, qualquer que seja o resultado, uma boa amizade e tenham aprendido umas com as outras algo mais também.
8- A escolha dos Jurados
Há quem defenda que o júri não deva ser todo formado por pessoas da comunidade ou da empresa. O Rainha da Indústria e Comércio defende exatamente o contrário. Ninguém melhor para escolher, nem mais idôneo, do que as pessoas envolvidas no evento. E todo o participante deve ter a maturidade de compreender isso. Se não houver a confiança, qualquer que seja o júri não irá fazer diferença. No caso do concurso municipal, deve-se procurar compor o júri com os presidentes das entidades representativas que promovem e/ou apoiam o evento, diretores dos órgãos de comunicação local, Prefeito, Primeira Dama, assim como esposas dos presidentes destas entidades. No entanto é preciso estar atento para um detalhe: preferencialmente, caso um dos representantes da comunidade tenha candidata participante, recomenda-se que não componha a mesa do júri e seja substituído por um vice-presidente. Sua presença pode tanto beneficiar quanto prejudicar a performance de sua candidata. No caso dos concursos internos de empresas, recomenda-se também que elementos de representação do próprio grupo sejam membros do júri como o Diretor ou sua esposa, o Presidente da Associação de Funcionários ou sua esposa, o gerente de Recursos Humanos e outros. No caso de haver filiais, podem integrar o júri um membro de cada filial. Ainda, como pessoas externas, sugere-se convidar diretores de órgãos de comunicação, um cliente em especial, ou um fornecedor em especial, um representante da entidade à qual pertence a empresa, representantes da comunidade, e outros.
9- O Comportamento dos Jurados
Os jurados precisam ser conscientizados da importância da entrevista, e de que este não se constitui em absoluto em concurso de beleza. Deve ser lembrado que a idade da candidata não importa, assim como seu estado civil. A análise restringe-se apenas à sua vida na empresa que representa e sua capacidade de congregar a empatia dos colegas.
10-A apresentação das Candidatas
É sempre importante destacar que o que vale mais nesta escolha é a entrevista individual. Esta entrevisa não visa “medir” a cultura, nem o conhecimento ou grau de instrução, mas sim analisar, sob pontos de vista pessoais de cada jurado, a expressividade humana de cada uma. Não se permite a apresentação da candidata em traje de banho. A apresentação das candidatas deve ser em traje social, esporte, criativo ou típico no evento municipal. No evento estadual, o traje pode ser longo tradicional, típico ou criativo. No caso de baile ou ginásio, a entrevista individual pode acontecer algumas horas antes da festa, calculando-se um tempo médio de cinco minutos para cada candidata, na entrevista.
11-O processo de eleição
Composto o júri e instruídos a todos, inclusive candidatas, sobre a entrevista, estabelece-se o processo de votação. É um detalhe importante que, se não adequadamente observado, pode pôr por terra todo o trabalho e criar um constrangimento irremediável. Há muitos eventos semelhantes que adotam o sistema de pontuação. O Rainha da Indústria e Comércio adota o sistema de votação. Cada jurado deve votar, e não pontuar, nas candidatas, segundo critérios pessoais, baseado na entrevista individual. Assim, então para eleger as finalistas, cada jurado irá apontar, por nome, numa planilha digamos 7 nomes, que serão os seus votos para as sete finalistas. O somatório dos sete votos de todos os jurados irá pontar as sete mais votadas como finalistas. Se houver empate, serão oito. Depois, cada jurado irá votar em uma destas finalistas para Rainha ( primeiro esscolhe-se a Rainha). Para ser eleita Rainha é preciso que uma candidata obtenha pelo menos 50 por cento dos votos dos jurados, ou seja, no mínimo metade do júri deverá votar nela. Se isso não acontecer na primeira votação, deve ser feita uma segunda votação com as três mais votadas na primeira votação. O mesmo procedimento será adotado para as princesas. Caso uma candidata seja eleita Rainha com maioria já na primeira votação, não é preciso nova votação para as Princesas, que serão respectivamente a segunda e a terceira mais votadas. Este processo permite absoluta credibilidade.
12- As Torcidas
Seja nos eventos internos de empresas, seja nos eventos municipais, deve-se procurar seguir o mesmo modelo do evento estadual porque é o mais próprio, com relação às torcidas. Evitar papel picado, confete, toquinhos de madeiras, latinha ou garrafas, e mesmo bebidas alcoólicas, são medidas que mantêm o bom nível da promoção até o final. Deve-se também orientar as torcidas para que evitem a ostentação e procurem aproveitar da melhor forma possível os recursos já existentes. A criatividade é o que importa. Aproveitar uniformes, por exemplo, bandeiras do time de futebol, folhetos de propaganda dos produtos da empresa etc. Deve-se também orientar os chefes de torcidas sobre os critérios da escolha de tal forma que ele possa bem informar e disciplinar as torcidas para o bom comportamento com relação às candidatas, qualquer que seja o resultado. Nenhuma candidata merece a vaia; a candidata está representando uma empresa , e é uma colega trabalhadora. As torcidas devem manter sua dignidade em qualquer resultado, demonstrando assim um respeito consigo mesmas e espírito esportivo. O importante é que, no final, qualquer que seja o resultado, todos possam aproveitar a festa com alegria e amizade. É importante uma reunião com os chefes de torcidas para enfatizar isso.
13- Em caso de dúvidas
Em caso de dúvida, sempre busque o auxílio junto à coordenação estadual, através da Capra Promoções pelo Fone/Fax: (54) 3455-4544,
ou e-mail jornal.semanario@italnet.com.br