algumas nuvens
24/06/2017 07:00:00

Clarete Maria Girardi Vieira de Carvalho

Enquanto houver força e fé para lutar não haverá obstáculos insuperáveis

Caroline Pandolfo
social@jornalsemanario.com.br
Caroline Pandolfo

"Tive experiências boas e ruins, mas todas colaboraram para um maior amadurecimento sobre a vida e sobre os relacionamentos com as pessoas. Mas, definitivamente, o mais emocionante é estar em outros lugares do Brasil e ouvir o hino Rio-grandense", assegura Clarete Maria Girardi Vieira de Carvalho.

Sua ligação com tradicionalismo vem desde a infância, seu pai ouvia as músicas e conforme ela foi crescendo sua paixão foi aflorando. Quando Clarete chegou a Bento, existiam apenas dois CTGs, o Gaudério Serrano e o Laço Velho. "Comecei a frequentar os bailes e fui gostando cada vez mais, pois adoro dançar um bom fandango", revela. No decorrer dos anos, a paixão pela cultura gaúcha envolveu ainda mais Clarete que, também integrou o marido, Jumir Vieira De Carvalho, nas celeridades. "Como consequência ele foi patrão de vários centros de tradições e eu como coadjuvante nas atividades tradicionalistas", explica.

Atualmente, Clarete está envolvida na patronagem do CTG Gaudério Serrano, centro que proporciona aulas de danças tradicionais e de salão, oportunidade de valorizar os costumes e passa-los de geração em geração. "A mulher gaúcha nos últimos anos está participando ativamente no tradicionalismo e ocupando seu espaço brilhantemente, com cargos de patroa ou outros, títulos que, antigamente eram só de homens e ao lado dos peões preservam e divulgam as nossas tradições", afirma.

Mãe de Jumir Vieira de Carvalho Júnior e Katya Vieira De Carvalho, Clarete fala com orgulho sobre a participação dos filhos e a dedicação de toda família em propagar a cultura gaúcha. "Os meninos também frequentam o CTG, Kátia foi Primeira Prenda Mirim e o Júnior foi Guri Farroupilha, os dois faziam parte da invernada artística do Gaudério", conta.

Para Clarete cultivar as tradições do Rio Grande é muito importante, pois essa é nossa história. "Propagar, divulgar e cultuar o tradicionalismo é manter viva nossas origens na memória do povo gaúcho. Gosto muito de um verso do hino que define e resume muito bem nossa história ‘Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra', outro verso que destaco é na música do Baitaca ‘A nossa história foi feita de ponta de lança, casco de cavalo e ninguém vai mudar', finaliza Clarete com muita honra.

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